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Siga noGato pode tomar banho?
Embora os gatos tenham o hábito de se lamber para manter a higiene, em algumas situações eles precisam da ajuda dos tutores para garantir a limpeza. A veterinária Fabiana Volkweis, professora de medicina veterinária do Centro Universitário de Brasília (Ceub), explica que não é necessário dar banho nos felinos, já que eles realizam naturalmente o grooming - processo de lambedura que ajuda a remover sujeiras da pelagem. “A língua do gato é áspera justamente para facilitar essa limpeza.” No entanto, há algumas exceções. Gatos de pelo longo podem precisar de banhos ocasionais para evitar o acúmulo de sujeira e nós nos pelos. O mesmo vale para os felinos que têm acesso ao ambiente externo, como quintais e gramados. Caso o tutor opte por dar banho, o ideal é que seja, no máximo, uma vez por mês, a não ser que haja recomendação veterinária, como no caso da raça Sphynx, que não tem pelos e exige cuidados especiais com a pele.

Abril Verde
O Parkinson é uma doença neurodegenerativa crônica que afeta principalmente os movimentos automáticos, como andar, falar e escrever. No Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas convivam com a condição. Diante desse cenário, entidades médicas dedicam o mês de abril à conscientização sobre a doença, destacando a importância do diagnóstico precoce. Embora os primeiros sintomas geralmente surjam a partir dos 50 anos, o Parkinson também pode se manifestar em pessoas mais jovens, ainda que esses casos sejam menos frequentes. A doença pode e deve ser tratada, não apenas para aliviar os sintomas, mas também para retardar sua progressão. O principal recurso terapêutico é o tratamento medicamentoso, aliado à reabilitação multidisciplinar. Em alguns casos, a estimulação cerebral profunda - conhecida como "marcapasso cerebral" - também pode ser indicada.

Temperatura adequada
Os medicamentos termolábeis, usados na prevenção e no tratamento de diversas doenças, são aqueles que podem sofrer alterações químicas ou perder a eficácia quando expostos a temperaturas inadequadas. Entre eles, estão vacinas, insulina e alguns colírios. Devido à sensibilidade ao calor, esses fármacos exigem cuidados específicos. Por isso, o ideal é mantê-los sob temperatura controlada entre 2°C e 8°C, preferencialmente dentro de um refrigerador. Além disso, é essencial evitar a exposição direta à luz solar, que pode comprometer sua composição - esse cuidado também vale para comprimidos. Para garantir o armazenamento correto, consulte sempre a embalagem ou a bula do medicamento. Em caso de dúvidas, procure a orientação de um farmacêutico. A armazenagem inadequada pode comprometer o tratamento e até representar riscos à saúde.