
A cervejaria Backer comunicou, na manhã desta quinta-feira, que pediu à Justiça a realização de uma audiência de conciliação com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e as famílias das vítimas de intoxicação por dietilenoglicol, substância encontrada em bebidas da empresa, entre elas da marca Belorizontina. O objetivo, segundo a companhia, é agilizar a prestação de ajuda financeira a essas pessoas.
A Backer finaliza a mensagem dizendo que se solidariza com as famílias e que vem se esforçando para resolver a situação.
Polícia Civil investiga negligência
A Polícia Civil de Minas Gerais descartou a possibilidade de sabotagem como motivo da contaminação dos lotes de cerveja da Backer que provocaram nove mortes e intoxicaram 42 pessoas. Em coletiva de imprensa na tarde de quarta-feira, a instituição indicou que as perícias estão "na reta final".
"Neste momento, a linha de sabotagem foi descartada. Não evoluímos com essa linha de sabotagem. Ela foi retirada. A negligência é uma das linhas sendo investigadas", disse o delegado responsável pelo caso, Flávio Grossi. (Com Larissa Ricci)
"Neste momento, a linha de sabotagem foi descartada. Não evoluímos com essa linha de sabotagem. Ela foi retirada. A negligência é uma das linhas sendo investigadas", disse o delegado responsável pelo caso, Flávio Grossi. (Com Larissa Ricci)