
Rizzo tinha 71 anos e estava internado em um hospital na cidade de Itapetininga (SP). Ele estava em estado grave devido a complicações da diabetes e hipertensão arterial, o que provocou uma parada cardiorrespiratória.
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, Rizzo comunicou ter problemas de saúde e chegou a passar por atendimento médico na unidade nos dias 25, 27 e 29 de setembro. No dia 1° de outubro, passou mal e foi encaminhado para o Pronto Atendimento de Guarefe e, em seguida, transferido para o Hospital de Itapetininga, onde faleceu.
Ele foi preso no início de setembro, após pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ter sido atendido pela Comarca de Nova Ponte e decretada a prisão preventiva do empresário. O empresário estava em Limeira quando foi detido.
A condenação aconteceu em 2018. Rizzo era apontado como mandante da morte de um ex-funcionário e do cunhado da vítima, em 2002, no município de Indianópolis.
Marco Antônio Aquino e o cunhado Wagner Monteiro foram assassinados a tiros por conta da falta de pagamentos de horas extras, 13° salário e férias, o que gerou uma ação trabalhista de R$ 1 milhão.
Até responder pelo crime, Rizzo era conhecido no Triângulo Mineiro por ser empresário do ramo da educação, com escolas em cidades da região, incluindo Uberlândia.