A jornalista recebeu ameaças de estupro e violência após a criação da campanha. O movimento foi criado após a divulgação de uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que revelou erroneamente que 65% dos entrevistados disseram que as mulheres mereciam ser atacadas quando vestidas com roupas mostrando o corpo. O percentual
correto era de 26%, mas apesar da confirmação do erro, o resultado da pesquisa causou reação da sociedade. A campanha "Eu não mereço ser estuprada" foi reproduzida por milhares de pessoas nas redes sociais.
A presidente Dilma Rousseff também apoiou a jornalista. "O governo e a lei estão do lado de @nanaqueiroz e das mulheres ameaçadas ou vítimas de violência #respeiteasmulheres", escreveu Dilma na conta oficial do Twitter.
Nana Queiroz ficou conhecida por sua foto sem roupa e os dizeres "eu não mereço ser estuprada" escritos no corpo.