
“E a melhor notícia: a família passa a ser a nova concessionária do quiosque! Não à banalização da barbárie!”, escreveu Paes.
A proposta partiu da própria prefeitura do Rio de Janeiro, e visa transformar o quiosque, localizado na Barra da Tijuca, Zona Sul da capital, em um memorial. O local deve passar por reformas e nova fachada homenageará o congolês e a cultura africana.
Moïse foi espancado até a morte por cinco homens após cobrar seu salário atrasado. O assassinato do jovem gerou revolta e protestos, exigindo justiça, em todo o país.
Em entrevista ao jornal "O Globo", o secretário municipal de Fazenda, Pedro Paulo, explicou que a reformulação dos quiosques pretende celebrar a “cultura e alegria do povo africano, tendo ali um ponto de referência com comida típica, e trazendo a oportunidade de empregar refugiados que vivem na cidade”.
“A ideia é que seja um espaço qualificado, com bom atendimento, não só ligado à gastronomia, mas também para eventos, shows, que tenha toda essa referência da cultura congolesa e africana como um todo”, completou.
De acordo com a prefeitura, as oportunidades de emprego ligadas ao quiosque serão oferecidas a refugiados africanos residentes no Rio de Janeiro.
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