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Sempre na oposição, ACM Neto diz agora não querer guerra com Wagner e DilmaCom Haddad eleito, Dilma dá aval a negociação de dívida de São PauloConcluída a disputa nas urnas, Dilma prepara a reforma ministerialDilma prepara mudança ministerial pós-eleitoral em reunião com PT e PMDB Prefeito eleito de Cariacica teve 85,43% dos votosEle cita a situação de Alagoas, Amazonas, Pernambuco e de seu Estado como exemplos igualmente merecedores dos benefícios do governo federal. "É uma questão de cidadania, é uma questão de Federação. Ou somos uma Nação confederada ou somos os outros", defendeu, após falar com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sobre matérias que tramitam no Congresso, como a divisão dos royalties do petróleo e a partilha do Fundo de Participação dos Estados (FPE). "Viemos suplicar que a mãe olhe para todos os filhos", comparou.
O governador disse, ironicamente, que gostaria de ser o prefeito petista, eleito com o apoio de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Eu gostaria de ser o prefeito de SP, estou com inveja, com ciúme do prefeito", afirmou. Ele disse entender o interesse do Executivo em atender a "quem queira mais". "Mas tem de dar o básico para que Estados e municípios não morram de fome, tem de ter para todos e não está ocorrendo para todos em igualdade de condição".
Filiado ao PMDB, maior partido de sustentação do governo, o governador de Mato Grosso do Sul disse que a atenção aos entes federativos não pode ser tratada como questão partidária. "Não existe partido para dar educação, saúde, educação e segurança para uns brasileiros, sim, e pra outros, não. É suprapartidário" defendeu. Além da renegociação da dívida dos Estados, Puccinelli entende que devem ser revistos os critérios da Lei Kandir, a distribuição do FPE "da forma como a Constituição determinou" e a divisão dos royalties do petróleo para todos os Estados.