
De acordo com Stedile, o objetivo é pressionar as autoridades para que “latifúndios improdutivos” possam ser entregues às famílias do acampamento.
“Haverá mobilizações em todos os estados, em todos os estados, sejam marchas, vigílias, ocupações de terras, as mil e uma formas de pressionar para que a lei, que a Constituição seja aplicada, e que latifúndios improdutivos sejam desapropriados e entregues para as famílias acampadas”, disse o ativista, que destacou que, atualmente, o MST possui 80 mil famílias acampadas.
“Nossa reivindicação é de que sejam desapropriados, o mais urgente possível, os latifúndios improdutivos para resolver o problema das famílias acampadas e criar espaço para produção de alimentos saudáveis”, completou.
As ocupações promovidas pelo MST fazem parte do “Abril de Lutas”, também chamado “Abril Vermelho”, que simboliza a morte de 19 militantes sem-terra pela polícia do Pará, em Eldorado do Carajás, em 17 de abril de 1996. Com o lema “Contra a fome e a escravidão: por terra, democracia e meio ambiente”, as atividades serão realizadas entre até 17 de abril.
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