O deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR), que pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenda a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anulou o seu registro de candidatura e, consequentemente, sua cassação, foi a uma rede social para se manifestar a respeito da corrupção.
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Conforme o deputado federal, "há quem pareça achar que é autoritário punir quem rouba do povo para gastar em farras de guardanapos ou triplex ou bolsas de luxo para as filhas".
Com o registro de candidatura considerado irregular, Deltan perdeu o mandato na Câmara. No entanto, o ex-procurador não foi considerado inelegível para eleições posteriores.
O TSE cassou o mandato de Deltan Dallagnol porque entende que o ex-procurador da Lava Jato deixou cargo para evitar punições em processos administrativos.
Antes de entrar para a política, Dallagnol coordenou a força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público do Paraná. Ele pediu exoneração do cargo enquanto ainda respondia a 15 processos disciplinares internos, que poderiam resultar em aposentadoria compulsória ou demissão.
Antes de entrar para a política, Dallagnol coordenou a força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público do Paraná. Ele pediu exoneração do cargo enquanto ainda respondia a 15 processos disciplinares internos, que poderiam resultar em aposentadoria compulsória ou demissão.