
validou um acordo de delação premiada entre Mauro Cid e a Polícia Federal (PF). Com a decisão, o magistrado concedeu liberdade provisória ao militar mediante uma série de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e a suspensão do passaporte.
No último sábado (8/9), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) A delação ocorre no âmbito do inquérito das Milícias Digitais, relatado por Moraes e que teve início ainda em 2021. O inquérito engloba uma série de investigações, desde o esquema de fraude no cartão de vacina do ex-presidente Bolsonaro até a venda ilegal de joias recebidas de presente por autoridades estrangeiras.
Cid também está proibido de ter contato com outros investigados, como Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ainda segundo Bittencourt, o militar já falou por cerca de 7 a 8 horas com a PF e o seu foco é garantir a segurança da família, após o pai e a mulher também se envolverem nas investigações.
Com a delação firmada, Cid não tem mais direito de permanecer em silêncio e deve entregar novos elementos que façam as investigações avançarem.