CINEMA

Walter Salles é o 3º cineasta mais rico do mundo; entenda

Diretor de ‘Ainda estou aqui’ acumula uma fortuna de quase R$ 30 bilhões graças ao dinheiro herdado da família

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Diretor do prestigiado filme sobre a ditadura militar brasileira Ainda estou aqui, Walter Salles é o 3º cineasta mais rico do mundo. Atrás de George Lucas e Steven Spielberg, Salles acumula uma fortuna avaliada em US$ 4,5 bilhões, cerca de quase R$ 30 bilhões. 

Aos 68 anos de idade, a maior parte da riqueza do diretor não foi construída com a carreira cinematográfica, mas sim com o apoio familiar. Salles é neto do fundador do atual Itaú Unibanco e membro de uma das famílias tradicionais de banqueiros do Brasil. O Unibanco foi fundido com o Itaú em 2008, resultando no maior banco da América Latina. 

Além disso, o pai do cineasta, o embaixador Walther Moreira Salles, investiu na indústria do nióbio em 1965, em Minas Gerais. Após conhecer o Almirante Arthur W. Radford, da Marinha estadunidense, Walther adquiriu parte das ações da empresa que atualmente domina 80% do mercado mundial do metal. 

Os quatro filhos do embaixador herdaram a fortuna familiar do pai e compraram as partes do avô na área banqueira em 2022. O Instituto Moreira Salles é outro bem da família, dedicado à conservação das artes e cultura brasileira. 

 

Walter ocupa a 760ª posição no ranking global da Forbes e está entre os brasileiros mais ricos. Estudou economia na PUC-RJ e licenciatura em comunicação audiovisual pela Universidade do Sul da Califórnia (EUA). Os primeiros filmes produzidos pelo diretor logo conquistaram prêmios em diversos festivais, como o Fipa d'Or de Melhor Documentário, da França.

No X (antigo Twitter), os internautas comentam: “O Walter Salles faz parte do movimento MEGA: Make hErdeiros Great Again. O Brasil tem que voltar à velha tradição de herdeiros como o Santos Dumont, de gente que nunca precisou trabalhar na vida e pode se dedicar a fazer avião, filme, essas coisas” e “Vou atrasar a fatura do Itaú desse mês para dar mais dinheiro do juros pro Walter Salles.”

Comentários como “Banqueiro contra a ditadura militar” divertem a rede social dos brasileiros. Um usuário reflete: “Aluísio de Azevedo estava certo quando escreveu O cortiço, não importa a quantidade de dinheiro que tivermos, sempre seremos tidos como inferiores a qualquer trabalho estadunidense.”

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