Estado de MInas
Veja as mulheres que conquistaram papel de destaque na música de Minas
Compositoras, instrumentistas, cantoras e produtoras, elas lançaram álbuns elogiados e ocupam o seu espaço na cena de BH
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Nascida na Pedreira Prado Lopes, em Belo Horizonte, a cantora Adriana Araújo está entre os talentos do samba de Minas Gerais. É constantemente comparada com Alcione, de quem é grande fã. Adriana já dividiu o palco com Jorge Aragão, Leci Brandão, Fundo de Quintal e Mart’nália, entre outros sambistas. Seu show (foto) foi um dos destaques da Virada Cultural de BH em 2024. Foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press
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Em 2024, Luiza Brina lançou "Prece", álbum que contou com a participação de uma orquestra inteiramente composta por mulheres de cinco nacionalidades, integrantes da Sinfônica de Minas Gerais, Filarmônica de MG e Orquestra Ouro Preto. O disco reúne "orações" compostas por Luiza durante mais de 10 anos. As primeiras se relacionavam diretamente com crises de pânico, mas, com o tempo, outras temáticas foram ganhando espaço. Foto: Silas H/divulgação
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Cantora, compositora, instrumentista e arranjadora, Marina Ferraz faz parte do Trio Amaranto, ao lado das irmãs Flávia e Lúcia, desde 1998. Ano passado, Marina assumiu a face autoral e lançou o álbum solo "Sustento", com 11 faixas assinadas por ela. Foto: Acervo pessoal
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Violinista, guitarrista, compositora e cantora, Nath Rodrigues é de Sabará. Integrante do coletivo Negras Autoras, tem carreira multifacetada, com trabalhos também no teatro. O disco de estreia, "Fractal", tem 11 faixas autorais e participações de Chico Cesar e Maira Baldaia. Em 2024, apresentou-se ao lado da cantora Adriana Araújo e da Sinfônica de Minas Gerais na homenagem da orquestra a Dona Eliza, pioneira da Velha Guarda do Samba de BH. É vencedora do Prêmio Flávio Henrique, concedido pelo BDMG Cultural, e participou várias vezes da Virada Cultural de BH. Foto: Carlos Hauck/divulgalçao
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A jovem Iza Sabino tem 10 anos de carreira. Foi criada em Santa Luzia, na Região Metropolitana de BH, e chama a atenção na cena do hip-hop. Ela mesma cria as batidas de seu rap, papel exercido muito raramente por mulheres. Em 2024, lançou o segundo álbum solo, "Grande", que contou com a participação de Djonga, o astro mineiro do hip-hop. O disco de Iza foi apresentado ao público durante a Virada Cultural de BH. Foto: Coniiin/divulgação
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Criada em Contagem, na Região Metropolitana de BH, a cantautora Augusta Barna chamou a atenção com o disco de estreia, "Sangria desatada", que lhe rendeu o Prêmio Flávio Henrique em 2023, concedido pelo BDMG Cultural. Elis Regina, Chico Buarque, Tim Maia e Rita Lee são referências para o trabalho dela. Foto: Instagram/reprodução