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Humanos ‘perdem’ para formigas em teste de inteligência coletiva
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No experimento, humanos e formigas da espécie Paratrechina longicornis tiveram que transportar um objeto em formato de T por um labirinto com passagens estreitas. Foto: T. Dreyer, A. Haluts, A. Korman, N. Gov, E. Fonio, & O. Feinerman/PNAS, 2024
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Os humanos participaram sob diferentes condições, incluindo restrições na comunicação, enquanto as formigas da espécie Paratrechina longicornis foram induzidas a acreditar que o objeto era alimento. Foto: flickr - Judy Gallagher
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Os resultados mostraram que, individualmente, os humanos tiveram um desempenho superior devido à sua capacidade de planejamento. Foto: reprodução/redes sociais
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No entanto, quando analisados os grupos, as formigas demonstraram estratégias mais eficientes. Foto: reprodução/redes sociais
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O diferencial das formigas foi a chamada "memória emergente", permitindo que persistissem na mesma direção mesmo após encontrar obstáculos, evitando repetir erros. Foto: reprodução
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Por exemplo, ao bater em uma parede, as formigas retornavam ao início do beco sem saída antes de tentar uma nova rota, e grupos maiores usavam uma técnica de "deslizamento na parede" para encontrar passagens viáveis. Foto: reprodução
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Já os humanos, quando impedidos de se comunicar, tiveram desempenho inferior em grupo, optando por soluções rápidas, mas menos eficazes. Foto: reprodução
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O estudo sugere ainda que o sucesso das formigas na resolução de desafios está ligado à sua estrutura social, onde a cooperação supera a competição. Foto: wirestock/freepik
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Segundo o físico Ofer Feinerman, as formigas são todas "irmãs" e compartilham os mesmos interesses, criando uma sociedade onde a cooperação supera a competição. Foto: monsterpong09/Pixabay
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Por outro lado, os humanos não ampliaram suas capacidades cognitivas ao trabalharem em grupo. Foto: Ryoji Iwata Unsplash
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As formigas não realizam cálculos complexos individualmente, mas têm a capacidade de alternar entre pensamento individual e ação coletiva, liderando ou seguindo o grupo conforme a necessidade. Foto: Sandeep Handa/Pixabay
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Os pesquisadores agora planejam novos experimentos com outras espécies, como as formigas tecelãs australianas, para estudar como elas constroem ninhos de folhas—um desafio comparável a um quebra-cabeça tridimensional. Foto: Oecophylla smaragdina
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Nenhuma formiga pode realizar essa tarefa sozinha, e os pesquisadores ainda não entendem completamente como o grupo consegue coordenar essa construção. Foto: Hans/Pixabay
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As formigas são insetos sociais pertencentes à família Formicidae, dentro da ordem Hymenoptera, que também inclui abelhas e vespas. Foto: wikimedia commons/fir0002 flagstaffotos [at] gmail.com
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Elas são conhecidas por sua organização complexa e capacidade de trabalhar em conjunto, formando colônias que podem variar de algumas dezenas a milhões de indivíduos. Foto: Prince Patel/Unsplash
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Elas vivem em colônias altamente organizadas, onde as funções são divididas entre rainhas, operárias e, em algumas espécies, soldados. Foto: flickr - Corey Leopold
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As rainhas são responsáveis pela reprodução, enquanto as operárias desempenham tarefas como buscar alimento, cuidar das larvas e proteger a colônia. Foto: wikimedia commons/Humoyun Mehridinov
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As formigas se comunicam principalmente por meio de feromônios, substâncias químicas que transmitem mensagens específicas, como alertas de perigo, trilhas para fontes de alimento ou sinais de acasalamento. Foto: Roman Grac/Pixabay
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Esses insetos são encontrados em quase todos os ecossistemas terrestres, desde florestas tropicais até desertos, e desempenham papéis ecológicos importantes. Foto: wikimedia commons/creative commons/Keziasilva
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Elas atuam como predadoras, ajudando a controlar populações de outros insetos, e também como dispersoras de sementes, contribuindo para a regeneração de plantas. Foto: Parvana Praveen/Unsplash
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Apesar de seu pequeno tamanho, as formigas são incrivelmente fortes, conseguindo carregar objetos muitas vezes mais pesados que seu próprio corpo. Foto: James Wainscoat/Unsplash
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Sua capacidade de construir ninhos elaborados, encontrar alimento em condições adversas e trabalhar em equipe as torna um dos grupos de insetos mais estudados e fascinantes do reino animal. Foto: Sueypix/Pixabay
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