VIDRO NO BLOCO, NÃO!

Fiscais do Carnaval de BH têm trabalho com ambulantes com garrafas de vidro

Irregularidades envolvendo ambulantes foram as mais abundantes para a fiscalização da prefeitura no carnaval de Belo Horizonte, sendo 70% no Centro

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Situações irregulares com ambulantes têm dominado as abordagens das equipes de fiscalização da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) no carnaval de 2025. As principais irregularidades têm sido a venda de bebidas em garrafas de vidro - um problema de segurança por causa de brigas e de acidentes.

De acordo com estimativa do gerente de fiscalização de atividades especiais, Leonardo Cardoso, mais de 2.500 (80%) das 3.223 abordagens feitas pela fiscalização até a manhã de terça-feira (04/03) foram a vendedores ambulantes e mais de 2.200 (70%) se concentraram no Centro da capital mineira.

 

As abordagens não resultam necessariamente em multas e apreensões de material. "O mote da fiscalização é o de orientar. É o de educar. A gente explica para pessoa o que pode, o que não pode, se eventualmente ela estiver errada, orientamos a se adequar", afirma o gerente de fiscalização da PBH.

A única ocorrência que resultou em apreensão de mercadorias de ambulantes foi justamente por comercialização de bebidas em garrafas de vidro. Nas demais abordagens, os comerciantes entenderam as restrições e recolheram eles próprios o seu material.

O gerente afirma que no carnaval a própria população se torna mais tolerante com situações que as levaria a acionar mais vezes a fiscalização. "No caso de poluição sonora foram apenas seis reclamações durante esse período oficial de carnaval. Isso demonstra também que a organização foi exitosa".

A fiscalização integra equipes volantes em vans com outros integrantes de instituições de segurança, saúde, trânsito entre outros. "Nessa van destacamos dois fiscais, dois guardas municipais, dois agentes de campo, que são os nossos auxiliares, além do motorista", descreve.

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"Essa equipe fica em contato permanente com o posto de comando do Centro de Operações (COP-BH) e toda vez que a gente constata uma ocorrência ou recebemos demandas pelas câmeras ou eventualmente até por um fiscal que já está em campo, a gente analisa como tratar da situação e pede para que o agente exerça ação fiscal", afirma o gerente.

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